quarta-feira, janeiro 25, 2012

Luar do fim de tarde

O que parecia um dia normal
Com o tema natural
Dia chuvoso ou com sol
De repente, mudou de cor

E a beleza do sol nascente
Bem mais atraente
É vê-lo se por

Esconder-se timidamente
Entre as montanhas, bem mais calor
Pelo desejo de enxergar o horizonte
Sentir o por do sol de perto, estando longe

Não tão distante
Está ao lado
Quase ao alcance
Bem perto das mãos
Sem queimar as digitais

Sonho ou alucinação
Faz cada tarde brilhar mais
Mesmo com o sol sendo astro-rei
À noite, perde a realeza
E vai reinar onde nem sei
E aqui domina a princesa

Cheia de encantos, ganha o céu
Reflete o rei do dia
Com a classe exigente da noite
A cada minuto que anoitecia
De poder se encheria

Porque atrás da mesma montanha
Tímido, eu me esquivava
Enquanto você me encantava
Eu de longe te admirava
O sol enfim descansava
E com você, luar do fim da tarde
Eu, de novo, me encontraria

sábado, dezembro 31, 2011

Novo Fim


Final de ano chegando
Dizem até que o final do mundo
Será que o mundo ‘tá’ acabando?
Se não está, ‘tá’ num buraco fuuuundo

Algumas coisas nos fazem crer
Que pode até ter fundamento
Esse tal acontecimento
Com data e hora marcada
Mas falam cada coisa, que parece piada

Fala sério, data e hora pro mundo acabar?
Enfim, quase tudo se programa
Por falar em se programar, em projetos...

Quais são os seus pro ano que vem?
Já fez aquela listinha furada?
Vai dizer que não é...

Não vem com essa também
Você bate metade da meta estipulada?
Ah tá, quer enganar quem?

Aqueles 10 quilos a menos na listinha
‘Se contentam’ com três no final do ano
E ‘tá’ muito bom...

A gente faz um monte de promessinha
E na desculpa de errar é humano
Retraídos, mudamos o tom,

O tom, não as palavras
Chega essa época, prometemos de novo
Que no novo ano, seremos isso e aquilo
“Tenho um objetivo, vou atingí-lo”
Balela, papinho, sob efeito de champanhe
Ou de um bom vinho

A única ideia que pretensiosamente sugiro
É que acredite que o mundo vai acabar
Talvez perca o medo de arriscar

E viva com vontade e sabedoria
Não falo de ligar o “foda-se” e se esbaldar
Falo de planos inteligentes, de galhardia

E atitudes bem mais coerentes
Para caso o mundo acabar no tal dia
Ao olhar pra trás e pra frente
Sinta orgulho, não agonia
Do tempo ter passado e você ter ignorado
Que o ano, o mundo, sua vida certa hora acabaria

Está aí mais uma oportunidade
E apesar da realidade ser cruel, sem piedade
Saiba conviver, enfrentar a adversidade
Para que o novo minuto, traga alegria
O novo trabalho, competência
O novo ano, experiência, maturidade
E mais além da valentia, nova e plena felicidade.

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Ato final

Vai que o mundo acaba em 2012
É bom fazer um balanço geral
Prepara a foto, ‘faz’ a pose
‘Dá’ um sorriso legal

Passe nesse rosto toda expressão
Do que é, do que foi, e o que queria
Seja você em qualquer situação
Expresse amor e a agonia

Ninguém é imune aos arranhões
Ninguém passa sem tropeções
Dê a cara na vida e no retrato

Pedras, quedas, congratulações
Emoção, dores, sensações
Viva cada dia você, de fato

quarta-feira, dezembro 07, 2011

CLUBE DO OUVINTE


Ouça aqui:
CLUBE DO OUVINTE VALE FM - FAÇA PARTE!!!



Entre em contato com a Vale FM e conheça as vantagens e planos.
(33)3731-1112
valefm08@yahoo.com.br

Locução: Diego Souza
Produção e Edição: Diego Machado

CAMPANHA VALE FM (NATAL 2011)

Pessoal, quem puder ajudar, entre em contato com a Vale FM (33) 3731-1112

Estamos organizando um sistema parecido com o Papai Noel dos Correios, com a adoção das cartinhas. Quem puder, participe da campanha.


Ouça aqui:
CAMPANHA DE NATAL 2011 - VALE FM


A Vale FM agradece.

segunda-feira, novembro 14, 2011

Parcerias

Luciano Tanure, Sandro Silva e Diego Machado no Centro Cultural Luz da Lua

04/11/2011 - Araçuaí/MG



sábado, novembro 05, 2011

Parece bobagem


Parece bobagem pra uns
Sentar à beira de um bar
Ouvir sons incomuns
Raros de se escutar

E fugir do tumulto geral
Do sucesso que canta a nação
E num palco tão original
Cordas vibram a voz da emoção

Quem espera o som tão distante
Não enxerga a um palmo do olhar
Não leva seu canto adiante
Não entende seu próprio lugar

Nem entende o que fala o vizinho
Desconhece o prazer musical
De ouvir um cochicho baixinho
Só conhece pular carnaval

Cachaça, música, caldo, companhia
Som, espaço, amigos, melodia
Cerveja, conversa, encontros, melodia
Tudo à sua volta, basta fazer poesia.