Tijolos constroem
Casas, edifícios, escolas, guaritas
Tijolos constroem um lugar
Não histórias para contar
Tijolos fazem paredes onde a vida habita
E a vida é quem pode se narrar
Com tijolo se faz artes, artesanato
Vira cenário, vira cena pro ato
Lembremos que o tijolo edifica,
Onde um grupo se une e solidifica
O tijolo ouve cada relato
De tão discreto, sequer critica
Após construir lugares
Vira entulho dispensável
Sem apego no canto largado
Não ligue se ele for quebrado
Numa queda é até bem provável
Que outro fim tenha alcançado
Tijolo, entulho, resto de construção
Tijolo, duro, sustenta ação
Tijolo, frio, que aguarda o cimento
Tijolo é um perigo ao alcance da mão
Tijolo constrói o sonho de união
O muro do ressentimento
Ignorância, o põe em ação
Vai da situação, tijolo expressa sentimento
Mostrando postagens com marcador casas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador casas. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, dezembro 06, 2017
O Tijolo
Lembretes:
#poesiasdodiego,
casas,
constrói,
O Tijolo,
poema,
Poemas,
poesia,
Poesias,
Reflexões,
sentimento
segunda-feira, setembro 11, 2017
Casas Abandonadas
Como me fascinam as portas trancadas
De casas abandonadas
É imediata a reflexão
Quanta história já aconteceu aí dentro
Seja uma portinha ou um casarão
No meu caminho contra o fracasso
Em dois desses locais, eu passo
Na casa, ninguém mora mais
Nem sei se é uma casa
Ou um quartinho de materiais
No outro, era point de diversão
Música, baile, bar, curtição
Hoje sobrou a desbotada pintura
Poeira no vidro por dentro
Foram brindes sem literatura
Copos que mancharam balcões
Olhares e vãs ilusões
Que o destino às vezes apronta
O último giro da chave que tranca
É menos gran finale que a última conta
História é pessoa; o lugar é cimento
Foi tudo "Era UmaVez" no envolvimento
E o cenário, ao fiado não resistiu
Fraquejou ao boom imobiliário
Mesmo a chave na mão do proprietário
A porta trancada, minha mente invadiu
De casas abandonadas
É imediata a reflexão
Quanta história já aconteceu aí dentro
Seja uma portinha ou um casarão
No meu caminho contra o fracasso
Em dois desses locais, eu passo
Na casa, ninguém mora mais
Nem sei se é uma casa
Ou um quartinho de materiais
No outro, era point de diversão
Música, baile, bar, curtição
Hoje sobrou a desbotada pintura
Poeira no vidro por dentro
Foram brindes sem literatura
Copos que mancharam balcões
Olhares e vãs ilusões
Que o destino às vezes apronta
O último giro da chave que tranca
É menos gran finale que a última conta
História é pessoa; o lugar é cimento
Foi tudo "Era UmaVez" no envolvimento
E o cenário, ao fiado não resistiu
Fraquejou ao boom imobiliário
Mesmo a chave na mão do proprietário
A porta trancada, minha mente invadiu
Lembretes:
#poesiasdodiego,
abandonadas,
bar,
casas,
lugares,
nem tudo é poesia ou é,
poema,
Poemas,
poesia,
Poesias,
poeta,
poetas,
porta,
portões,
quartinho,
Reflexões,
vidro
Assinar:
Postagens (Atom)