O prazer pode ser carnal
O mais comum e normal
Pode ser intelectual
O que ele não pode, tem que ser
NA-TU-RAL
A sua natureza pode ser beleza
Sutileza, doçura, gentileza
Num prato ou num ímpeto, na mesa
Tesão
Como fosse a última sensação, certeza
Prazeres genitais, na frente, atrás
Sexo, foda, coito, sem regras formais
Sem princípios morais
Em seu corpo, suas regras valem mais
Quer saber? Vão todos se foder
No sentido mais literal que pode haver
Seja o parceiro ou parceira que escolher
Faça de verdade, faça valer
Conheça-se, desbrave-se, avance os sinais
Não existem fórmulas, sequer manuais
A 2, a 3, swing, orgia, grupais
Há orgasmo no oposto, pro ato em casais
Há quem prefira os iguais.
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quinta-feira, setembro 13, 2018
O Prazer
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quinta-feira, julho 20, 2017
Transcende
Aí do nada,
surge, aparece...
E junta tudo de mais foda
O jeito, o cheiro, a forma, a pele
Em mim, a reação incomoda
Mistura-se ao foco e à moda
E o olhar que entorpece
Domina o jogo, põe na roda
Sabe aquele olhar invasor
Que se bate de frente intimida
Não ouse tentar se impor
É tipo beco sem saída
É sem liberdade concedida
O sol só resolverá se expor
Se os lábios juntos ganharem vida
E nesse ar, nesse gesto, pode ser noite ou dia
Você tem todas as estações e ações fenomenais
O vento, um beco, trança o enigma que sorria
Sinto de químicos temperos aos sabores naturais
A paisagem verde, o grafite urbano, no preto e branco dos jornais
É a ação que nem a confissão perdoaria
Mas, pra quê? Se já vai ao céu, vai querer o que mais?
Por você? Sim, tudo, todo pecado, profanação valeria
Transcenderia razões: espirituais e carnais.
A ordem (ou desordem) tanto faz
E junta tudo de mais foda
O jeito, o cheiro, a forma, a pele
Em mim, a reação incomoda
Mistura-se ao foco e à moda
E o olhar que entorpece
Domina o jogo, põe na roda
Sabe aquele olhar invasor
Que se bate de frente intimida
Não ouse tentar se impor
É tipo beco sem saída
É sem liberdade concedida
O sol só resolverá se expor
Se os lábios juntos ganharem vida
E nesse ar, nesse gesto, pode ser noite ou dia
Você tem todas as estações e ações fenomenais
O vento, um beco, trança o enigma que sorria
Sinto de químicos temperos aos sabores naturais
A paisagem verde, o grafite urbano, no preto e branco dos jornais
É a ação que nem a confissão perdoaria
Mas, pra quê? Se já vai ao céu, vai querer o que mais?
Por você? Sim, tudo, todo pecado, profanação valeria
Transcenderia razões: espirituais e carnais.
A ordem (ou desordem) tanto faz
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