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quinta-feira, abril 29, 2021

Noite de Libertadores


Ah, aquela avenida
Dobrou ali da Francisco Morato
ou atravessou ali do shopping
Do Metrô, da Linha Quatro
Ali, é nossa caminhada preferida
Que não cansam os pés,
Nem na volta, muito menos na ida.
 
Ah, aquela avenida,
Já vemos camisas, bandeiras, boné, corrente
Tem água, e 3 latas por 10
Pra molhar o grito que vem logo à frente
As camisas, têm de todas as eras
E cada uma com número diferente
Afinal, são tantos ídolos
Que só 1, ou melhor, só 01 é unanimidade entre a gente
 
E hoje, era pra estarmos com ingresso
Camisa já preparada
Esperando na hora o progresso
Que em dias como hoje parece em retrocesso
Esperando a primeira apitada
 
E nada, nada da hora passar
É um desespero a cada minuto lento que escorre
Enquanto a gente pede que o tempo colabore
Usamos em camisas, artigos ou na própria pele nossas cores
Cores que têm feito nossos olhos chorar
Foram tantos recentes dissabores
Que nos fazem sofrer, mas nunca deixar
 
De usar no peito as faixas vermelha, branca e preta
E não há verbo, nem palavras, nem caneta
Que possam ilustrar, rimar ou explicar
O que a gente sente em noites como essa
Não adianta, o relógio não tem pressa
Ele nos aprisiona em seu segundo compassado
Nada libertador
Que hoje, os deuses Telê, Muller e Raí
Possam nos fazer sentir
Voltar no tempo
Abençoar o templo
O nosso lar, o Morumbi
 
Que o grito de gol seja dado a plenos pulmões
Que as próximas terças sejam de igual alegria
Para todos os outros, é uma competição
Sim, muito importante que vale milhões
Para nós, é a obsessão
Que mantém vivos nossos corações
Que faz desde a manhã, nos embriagar de euforia
É só uma bola, um campo, um estádio e nossos 11 jogadores
Não é só isso, mesmo.
Para nós, tricolores
Não importa a fase nem as condições
Hoje é noite de Libertadores.

sexta-feira, setembro 15, 2017

Leco Fez Nossa Vez

Leco, você fez
Chegar nossa vez
Mundiais são três
Brasileirão, são seis

Você está conseguindo sua missão
Sofrimento à nossa nação
Rebaixar-nos de divisão
Omisso, sequer tem culhão

E fala com uma soberba nojenta
Humilhação que o torcedor aguenta
Veste o manto, o vexame enfrenta
Em nada, há anos, nos representa

Você não tem a dimensão do que é o Tricolor
Hoje presidente; há uma década, diretor
Década triste, da qual é o autor
Recolha sua corja e se vá, por favor

Nossas estrelas te representam nada
Nossa torcida na arquibancada
Nossa trajetória menosprezada
Sua incompetência arquitetada

O São Paulo que faz bater meu coração
É aquele que em 3 vezes no Japão
Em todas, voltou campeão
Time inglês, italiano e o catalão

Será que quando chega ao seu lar
Ninguém o ousa questionar?
Papai, vovô, o São Paulo como está?
Confiem, eu sei administrar

Olhe no espelho e essa frase repita
Eu sei administrar. Realmente acredita?
Se é que consegue, por favor, reflita
Ou será o nome dessa herança maldita?

Não creio ser coincidência
Seu período na presidência
Tamanha decadência
Vergonha em evidência

Amoroso declarou: 'viraremos MorumTri'
Nossa camisa 10 foi usada por Raí
No tri nacional, comandante Muricy
Tratou o Mito como qualquer um por aí

Nosso escudo tem estrelas e três cores
Ilustram conquistas, nossos valores
Somos formadores
Éramos referência como administradores

Porém na mão dos senhores
Indignos, incapazes diretores
Repleto de juristas, doutores
Na bola, não passam de amadores

A cada jogo, temores
A cada gol, as dores
Culpa de projetos devastadores
Intencionais destruidores

Nós somos os construtores
Dessa fé, mantenedores
O maior entre os amores

Vocês não, não são torcedores
Talvez de times de outras cores
Que as glórias não fiquem no passado
Como no hino é cantado

Nós sim, somos tricolores
São Paulo Futebol Clube
Clube bem amado
De glórias e vencedores

domingo, fevereiro 02, 2014

O São Paulo foi mais

Nesse domingo, o São Paulo provou que teve mais. Mais um clássico, mais uma derrota e mais uma vergonha

Muito obrigado diretoria tricolor. Por mais uma vergonha neste domingo. Nada de menosprezo contra um rival grande como o Palmeiras. Não é demérito perder um clássico, mas todos, sim. Sabe o que é pior que a derrota? É acompanhar o jogo e pelo que assistimos ou ouvimos, não temos sequer a expectativa de uma grande jogada, um gol, uns 'ameaços'. 

O time do São Paulo é inofensivo. Não coloca mais medo como o time de 2005-2008. Não oferecmos perigo algum aos adversários, com exceção aos Rio Claros da vida. Nessas partidas, o cara que vocês realmente acreditam que tem potencial para usar a camisa 9, que já foi do Chulapa, do Palhinha, do Ricardo Oliveira, do Amoroso, do França, o tal Luis Fabiano, nesses jogos molezinha, ele deita. Quando é algo um pouquinho mais difícil, aí some. Sabe quando você tem um primo menor que quer jogar seu videogame e naqueles jogos mais 'babas' você deixa ele jogar pra dar conta do recado? Então, esse primo mala é o Luis Fabiano. Mas, quando é um jogo mais complicado, aí você precisa reassumir o controle e vencer a pedreira. Pois é, no nosso caso, não temos quem vença a pedreira. O setor ofensivo tricolor é uma piada. No rádio, não ou vi nenhum Fernando Prrrraaaaaaaassssssssssssss. Isso significa que o São Paulo não tem causado medo e é um time fraquinho fraquinho? Como diz o Ronnie Von: Significa!

Novamente, muito obrigado diretoria por tudo isso que vocês fazem o torcedor são paulino passar. Eu fico imaginando a cabeça do Muricy tentando resolver o problema no vestiário. E opção? Não tem. Não lembro de um setor ofensivo pior que esse. Tivemos zagas históricas em bizarrice: Emerson, Jean e Julio Santos. Laterais de ruindade semelhante. Setor de criação com problemas tão sérios quanto, mas, dos ataques que já vi, acredito ser este o pior. Sabe no futebol de rua quando dizemos que 'aquele ali é café com leite'?

É esse o caso. 


Valdivia x Ceni

Ceni tentou chutar Valdivia na comemoração do gol. Ambos são odiados pelo rival. Que bom! Não quero a simpatia dos rivais pelos jogadores do meu time. Simpatia de adversário é a comprovação que este cara não oferece perigo. Até inde sei, ninguém simpatiza com o risco, com o 'inimigo'.

quinta-feira, janeiro 23, 2014

SP vence, goleia, mas ô time fraco

Em Natal são paulino, dia do aniversário do #M1TO41anos (isso que é o fato importante do dia) e partida válida pela segunda rodada do espetacular Paulistão e suas fórmulas mirabolantes, o Tricolor paulista recebeu o Mogi Mirim, time do Rivaldo (ainda jogando). Com o placar feito no segundo tempo, marcaram Osvaldo, Luis Fabiano, Ademilson e pasmem, o quarto foi do Douglas.

Com a vitória, ainda em fase prematura do campeonato, nada muda drasticamente, no entanto, uma goleada ajuda no moral da equipe e quebra os tabus de tempos sem gols de todos do ataque.

Ganso era citado a todo momento pela narração no rádio, logo, participa mais intensamente e, se os atacantes colaborarem se desmarcando e oferecendo opção, deixe com nosso 8 que ele resolve. 

Para jogar um balde de água fria nesse ânimo todo da goleada, precisamos destacar nossas sérias limitações de elenco. Nossa zaga precisa de reservas. Para as laterais, vamos esperar mais para analisar o Luis Ricardo e o recém chegado Álvaro Pereira. Volantes, precisamos de um titular e um reserva para a camisa 5. 

Para a meia, estamos bem, ou melhor, otimamente servidos. Ganso resolve. Jadson, se ficar, é ótima opção, O Maicon ajuda nessa função e, se o Curintia não quiser o Danilo, pode voltar que será bem vindo. É campeão de tudo. Isso ajuda muito no espírito do time e ainda tem bola pra jogar. 

No ataque, zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz. Eis um espaço em branco. Para fazermos um comparativo com o sistema prisional, por exemplo, nenhum dos atacantes do São Paulo teria cela exclusiva por ter "alto poder ofensivo".

Ao Muricy, resta-nos sempre permanecer agradecendo.

domingo, outubro 27, 2013

Hat-Trick do Boi Bandido. Quem diria...

Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net
Insisto na análise que o Aloisio não é atacante para o São Paulo, mas é o que temos. Espero que um clube gigante como meu Tricolor tenha no setor ofensivo, jogadores com mais qualidade. No entanto, merece destaque a entrega em campo do nosso camisa 19. Hoje, ele resolveu. Na última quarta, também. Indiscutivelmente, tenho que me render à efetividade do apelidado Boi Bandido. Até o titular da posição, o endeusado camisa 9 tem sido pior. Afinal, quando precisa, ele nunca joga. Mas, sigamos no camisa 19.

Aloisio deixou 3 na vitória de hoje contra o Inter e o melhor de tudo: quebrou o tabu de perdas de pênalti. Pra compensar, teve dois e ele guardou nas duas ocasiões. Bateu como qualquer jogador deveria bater. Que diria o Pato... mas, foi lá, com toda sua falta de habilidade técnica e bateu forte, o que, independente de onde vá no gol, já é mais um dificultador para o arqueiro.

Como disse que me rendo à efetividade do Aloisio, preciso aqui ressalvar uma análise pessoal sobre o Ademilson. Não é atacante para o Tricolor também, no entanto, o Muricy descobriu como fazer ambos renderem mais. O Ademilson, como camisa 11 que é, cria jogadas para que o tradicional 9 (vestindo a 19), complete pras redes.

Sendo assim, Luis Fabiano que, tecnicamente, é melhor que ambos, porém não joga quando é clássico ou jogo importante, retorna na quarta pela Sulamericana  e tira a vaga de um. Provavelmente, do 11, Ademilson. Luis Fabiano, como 9 que é (ou deveria ser) passa o Aloisio para armar as jogadas para ele. E nessas situações como 11, o 19 não rende como o tradicional centroavante das duas últimas partidas. Então, preferiria deixar o futebol de fábula no banco mesmo.

Muricy
Se a torcida Tricolor já o idolatrava, agora, um busto, camisas dele, e muito mais poderia ser feito por nosso técnico. Fez o Ganso jogar mais, ajeitou melhor o setor defensivo, adequou posições de alguns jogadores, como os dois da frente e arrumou a casa. Gratidão sempre.

Jogadores injustiçados
Assim como fiz juízo equivocado sobre a funcionalidade e efetividade de Aloisio e Ademilson, reconheço outros jogadores que passaram por este mesmo problema em outros tempos no São Paulo. Mais recentemente, o Lúcio. O cara poderia estar no time. Duvido que ele, por pior que esteja, não consiga ser melhor que Paulo Miranda ou Edson Silva. O problema é posicionamento. O São Paulo começou o ano com Toloi, Rhodolfo, Lucio, Paulo Miranda, Edson Silva como opções na defesa. Não é um conjunto ruim, mas precisa ser organizado.

Perdemos Lucio e Rhodolfo. Ambos poderiam estar na equipe. Rhodolfo, por questões pessoais, foi para o Grêmio. Agora, o afastamento do Lucio, atribuo a erro de esquema. Nosso camisa 3 já foi o xerifão do time da CBF por muito tempo. Impossível que não tenha qualidade alguma, mesmo caminhando para o final da carreira. Em outras fases, o mesmo aconteceu com o argentino Ameli, vindo do River Plate. Oswaldo de Oliveira o colocava no combate, enquanto era zagueiro de sobra. Ficou pouco. Foi muito expulso e dispensado. Ricardinho, ex-Corinthians: jogou até de segundo volante de marcação. O Ricardinho não era um 10, mas jogava na criação. Não deu certo também. Entre outros que nem duraram.

Com tudo isso, sigo com meu voto de confiança à dupla A A: Aloísio e Ademilson. Que o Boi Bandido continue com suas voadoras. Mas que, imaginar que assistiríamos a um hat-trick dele contra o Internacional no Sul era algo surreal até para o mais fanático fã dele, isso, sem dúvida, era.

domingo, outubro 06, 2013

Mais 11 dias sem pontos

Após a última postagem, alguns amigos, tricolores e adversários, tentaram me consolar ou induzir para que aquela vergonha que tive de usar algo do São Paulo fosse revertida com maior reflexão sobre o assunto. Não era bem o caso. A vergonha persistiu, mas, como futebol é quarta e domingo, o nosso astral vai de 0 a 100 ou na ordem inversa em poucos dias. A tristeza de quinta e sexta durou até os 41 minutos do segundo tempo de ontem, quando o zagueiro Antonio Carlos fez o segundo na partida, terceiro do Tricolor no jogo e decidiu a parada, 3 a 2, contra o Vitória.

O resultado confortou, mas, quarta já tem o Cruzeiro. Provavelmente outra guasca pra conta, pelas condições de ambos, porque normalmente o Cruzeiro é freguês. E daqueles de carteirinha e tudo. Na sequência, nosso maior rival. Ou seja, provavelmente, só somaremos ponto daqui três rodadas ao pegar o Náutico, em casa, daqui 11 dias. A situação é crítica, tensa e por que não dizer, pavorosa. Ainda acredito que escapa, sei lá como, mas ainda acredito.

O que me preocupa no Tricolor é a ineficácia do ataque. Ontem, o zagueirão deixou 2. Senão, tinha dado xabu. Para o ataque, sugiro de novo, o atacante Fernandão, atualmente no Bahia, porém, emprestado pelo Palmeiras. Que tal?

E vamos combinar aqui que o azar vem predominando também. Sai zica! Tem alguns caras que o azar acompanha a incompetência do cidadão, no entanto, melhor acreditar que é a fase, né senhor...?

quinta-feira, outubro 03, 2013

Inédita vergonha

Pela manhã, preparando a vestimenta para a caminhada, vi o boné com o símbolo do meu amado tricolor sobre a cama. E pela primeira vez, recuei. A vergonha foi tanta de sair ostentando aquele símbolo nesta manhã. Nunca senti isso. Em situações vexatórias que, nem quero lembrar aqui, vestia o manto, enchia o peito e enfrentava o mundo. Numa boa. Mas hoje... não deu.

Obrigado à diretoria pelos péssimos jogadores que contrataram. Obrigado aos péssimos jogadores que contribuem para essa vergonha que sinto. Aos bons jogadores, por favor, tenham calma e tentem ajudar e contribuir para que o time não caia. Apesar da tristeza futebolística, a fé de ser um torcedor do Clube da Fé me impede de apostar na queda. Escapará. Quero crer assim. E ao Luis Fabiano, que não enquadro entre os bons nem ruins, peço a atitude de chamar a "responsa". Ele sabe fazer gols, mas, em toda a carreira, nunca foi um jogador decisivo. Agora é a hora de provar. A oportunidade certa.

Muricy chegou, conquistou 3 vitórias e 3 derrotas. Parece que a coisa não vai. Mas, tem que ir. Pelo menos, escapar. Já passamos por fases horrorosas, por situações de vergonha em níveis altíssimos, mas, assim como eu, pela primeira vez, declinei a ostentar o manto nesta quinta, muitos outros devem ter sentido o mesmo. A vergonha me impediu.

E, de novo, reforço o discurso do pedido de calma, já que perder do Santos não é nada absurdo. Agora, 3 a 0, com um a mais, como foi e tomando gol até do Léo, aí força a barra mesmo. Já perdemos pontos ridículos como perder as 2 pro Goiás, ter perdido pro Bahia, entre outros. Esta situação precisa mudar. E urgente!

Para o ano que vem, sugiro o Fernandão do Bahia. E, ontem, em matéria do Esporte Interativo, vi que jogadores como Tinga, ex-Internacional e Souza, ex-Corinthians ainda não fizeram 7 jogos. Será que o Souza não faria mais gols que Welliton, Negueba, Aloisio, Osvaldo? Particularmente, gosto de camisas 9 altos e caneludos, porém goleadores.

E acabo de ver que o Deola não está jogando pelo Vitória. Caso Ceni, se aposente, gostaria do Deola para o ano que vem. Precisa ver como está, porque para estar na reserva do Vitória...


domingo, setembro 29, 2013

Calma, Tricolores!!!

Muita calma, tricolores. Friamente, respondam: perder pro Grêmio (até em boas condições, que não é o caso) seria algum absurdo? Para mim, não. Contra o Goiás, nem dá pra falar de outra coisa além do azar e da ineficiência ofensiva. Outra pergunta: quando você joga bola na esquina, no campinho, onde for... se seu time tem um pênalti não marcado a seu favor, você fica P da vida, não fica? E esse nervosismo não passa na hora. Em menos de um minuto, depois do pênalti não marcado, e uma bola com todo o jeito que tinha saído (mas não saiu), gol do Grêmio. Aí pra reverter, complica!

Não sou administrador profissional, mas, vamos tentar estabelecer um paralelo entre uma empresa e o futebol do São Paulo. Se você tem algum empreendimento comercial e um dos setores desta empresa (com toda a estrutura para trabalhar) se mostra ineficaz, qual sua atitude? Considere todas as variáveis de condições e tudo o mais. Caso esse setor, por exemplo, seja a recepção telefônica, os aparelhos tocam, os atendentes estão em suas cabines de atendimento, mas... não atendem.

Logo, na minha amadora opinião como administrador, tentaria preparar melhor a equipe contratada ou trocá-la. Se nesse caso, há problemas técnicos como dificuldade de se comunicar, precisaria trocar mesmo. No futebol de São Paulo, é igual. Para alguns atacantes, o problema é a bola. Aí dificulta o trabalho, amigão. Contra o Grêmio, foram diversas chances, mas nada de conclusão certa. Com o Goiás, idem. Vejo avanços e perspectivas. Perder pro Grêmio é aceitável. Absurdo é perder as duas pro Goiás, agora na volta, perder pro Coritiba, não beliscar pontos contra Náutico, Criciúma, Ponte, Atlético-PR (mesmo bem), Bahia, Vitória, Goiás. Não dá pra aceitar em turno e returno não somar um pontinho sequer contra os dois gaúchos, nada em clássicos e por aí vai.

Escaparemos. Pelo menos, ainda acredito, mas hoje, o erro da arbitragem com o pênalti e expulsão do Kleber, independente de converter ou não a penalidade, mudaria a história da partida. Fato. Mas, erros acontecem para todos. Agora, a sorte poderia voltar um pouquinho, mas como a sorte acompanha os competentes, teremos que rezar muito por esse nosso ataque.

GALO
Boa Galo, não tive como assistir ou ouvir, mas, belo resultado contra o Santos. É nóis, uai!

LUSINHA, ORA POIS!
Obrigado por tornar meu final de semana menos doloroso. Agora, fica a pergunta: porque esse jogo não foi o transmitido pela Globo já que foi lá longe? Aaahhh, porque o Corinthians está em queda? Será?

BOTAFOGO
Pênalti discutível contra? Em casa? Contra a Ponte? Milagre. E nunca compensará o histórico favorável. E só pra constar: acabou o gás, como sempre. É o Botafogo!

segunda-feira, setembro 23, 2013

SPFC: Sugestões e comentários

Acabo de ler que o atacante Scocco pode sair do Internacional-RS. Boato ou não, a diretoria do São Paulo já deveria mostrar interesse. Afinal, nosso ataque é deplorável. E vamos lá a outras questões e sugestões para 2014 (espero que para a primeira divisão).

Pouco antes, ouvi na Bandeirantes AM o atacante Diogo informar que está com os salários atrasados na Lusa e que tem a possibilidade de assinar um pré-contrato pro ano que vem. Alô JJ e diretoria. Será que o Diogo e o Scocco são piores que Aloísio e Osvaldo?

Aí, voltemos no tempo. Da-go-ber-to. Por quê? Por que a diretoria não renovou com ele? Perdeu o atacante pro Inter e hoje está lá, representando no Cruzeiro. E depois deles, tivemos Willian José, Henrique, Ronny, Wallyson, e... e... e... qual desses se aproximava do Dagol? Campeoníssimo no São Paulo. Pelo menos, bem mais que o tal Fabuloso.

E além desses, insisto na campanha. Fernandão no SPFC. Esse mesmo, o do Bahia. Duvido que seja pior que o Aloisio. Duvido que seja pior que o Sylvinho, entre tantos outros que não conseguem nem entrar e quando entram, não dão em nada. Atacante alto, caneludo, bom de cabeceio e sabe fazer gols. No São Paulo, falta quem sabe fazer gols. O único que sabe, que é o Luis Fabiano, se esconde quando realmente precisamos dele.

#FernandãoSPFC
Ah, e sobre a derrota pro Goiás... baita azar. Perder duas vezes pra esse time e nas duas com gol do Rodrigo pulmãozinho... é zuado demais. Pra quem não lembra, esse Rodrigo é o mesmo que perdeu por quilômetros na corrida do Ronaldo com uns 330 arrobas, nas semi do Paulistão de 2009.







segunda-feira, setembro 02, 2013

Prédio (São Mateus)/ Futebol (SPFC)

Mais um caso de desabamento, de "acidente". Não consigo aceitar que tudo isso seja acidente. Essa área de engenharia, de construção, é considerada no campo das Exatas. Então, se cai um prédio, não é acidente, não é acaso. Tudo isso consiste em erro de cálculo, em erro de escolha de material, enfim, erro humano, de alguma forma. E, nesse caso, todos ficaram sabendo porque matou um monte de gente, causou comoção, destruiu famílias. E quantos casos de negligência, de descaso, de incompetência, de jeitinhos existem por aí e prejudicam pessoas, sem ninguém ser o responsável?

O amadorismo impera. A arquiteta assinou o projeto sem nem conhecer o local e a obra. E quantos "profissionais" por aí não assinam projetos para ganharem o dinheiro proposto e nem se preocupam com sua ética de realmente assinar algo que "concorde"?

Que as famílias dos envolvidos nesse desabamento estejam confortadas por familiares, pela fé espiritual e divina, porque pela justica da punição aos (ir)responsáveis... no Brasil? Duvido muito.

FUTEBOL

Final de semana de mudanças no meu Tricolor. Empatar no Rio com o Botafogo, na atual conjuntura, é um excelente resultado. O principal problema era a zaga. Problema resolvido? Ainda não, mas diminuiu bastante. Sofremos apenas um gol nos últimos 3 jogos. Na vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense. Empate em 0 a 0 contra o Fla e o Bota. Se o ataque, por enquanto é só de nervos pela inoperância dos nossos homens de frente, o setor defensivo tem demonstrado mais segurança, o que não acontecia nas trocentas derrotas que enfrentamos recentemente.

E até a sorte já está mudando. Um chute como aquele do Seedorf, até pouco tempo, bateria na trave e entraria. O vacilo do Rodrigo Caio, que rendeu um chute (acho que) do Elias, ainda no primeiro tempo, também seria caixa.

Se a sorte melhorou e a defesa também, agora falta o Luís Fabiano voltar e jogar, mas... sem se estressar, sem ser expulso, sem confusões, sem pipocar e com gols. Isso, indiscutivelmente, ele sabe fazer. Melhor que todos que estão lá. Então, se é o que temos, mesmo que eu não goste, que volte a jogar e faça jus ao status de ídolo que tem.

Vamos lá, escapar dessa fase e dessa zona de rebaixamento.

E gostaria muito de entender como a diretoria do São Paulo não foi atrás de tantos jogadores que rodaram aí no meio do ano e foram para clubes nacionais que deveriam perder disputas pau a pau com o Tricolor. Cito exemplos: Chicão, Elias, Moreno (Flamengo), Guiñazu (Vasco), Thiago Ribeiro (Santos), entre outros que atenderiam certa demanda necessária ao meu amado Tricolor.

E fica a sugestão: Podem me chamar de louco, mas gostaria de ter como banco do Luís Fabiano e, sendo banco do nosso camisa 9, jogaria bastante, mas queria o Fernandão do Bahia, ex-Palmeiras. Gosto de matadores grandes e desengonçados, estilo Fernandão (ex-Inter e SP), Washington (ex-SP também), Aloísio Chulapa, Jô, Adriano, Ibrahimovic, Vieri, entre outros nesse padrão. Sempre pedi o Tolói, uns 2 anos ante de ele vir mesmo. E hoje, na zaga, é o melhor que temos. Vai que esse Fernandão seja uma boa...

quinta-feira, março 21, 2013

Fabuloso, só o marketing...

e olhe lá...

Não consigo entender essa idolatria da torcida são paulina com o Luis Fabiano. Esse domingo, Milton Neves definiu bem o que eu já digo há tempos: Luis Fabiano é o artilheiro de gols inúteis. Salvo raríssimas exceções, ele decide. Ele tem trocentos gols pelo São Paulo. É um dos maiores artilheiros da história, mas posso apostar que, na maioria desses gols é contra times fracos, jogos sem importância, fora de decisões e confrontos diretos.

Quem aí pode citar ídolos de rivais? No Palmeiras, Edmundo, Evair e até o Valdivia. As lembranças imediatas remetem a gols de título, por mais que no caso do chileno seja o Paulista, mas é.

No Corinthians, Marcelinho, Edilson, Sheik, Guerrero. Decisivos. Dispensa mais explicações e detalhes. Quando se lembra desses nomes, a imagem (triste ou feliz) é da corrida desse jogadores em direção à torcida na comemoração de gols importantes.

Desafio: lembre um gol de título do Fabuloso... Um só. Aquele gol que decide e dá números finais a um campeonato.

Reconheço que é bom ter um atacante como ele no time, mas na hora que precisa... Cadê as fábulas?

E o péssimo futebol do São Paulo não é culpa dele. Os times campeões pelo SPFC tomavam poucos gols. Diferente do que está acontecendo nesse início de ano. Sendo assim... fica difícil.

E sobre o Ganso, ainda acredito que vai ser um excelente jogador com a camisa 8 do nosso manto.

domingo, julho 08, 2012

Longe do #MorumbiZero


Longe de se conseguir o #MorumbiZero (infelizmente) como uma ação histórica, inteligente e pacífica de protesto, o São Paulo venceu o Coxa por 3 a 1.

Acompanhando a partida pelo rádio, inicialmente, a expectativa é que não seria algo muito prazeroso ao apito final. Com o decorrer do tempo, a sensação se inverteu. O Coxa, nosso último algoz em um mata-mata não ofereceu perigo ao nosso Tricolor. Oswaldo, que não acredito que seja a solução dos problemas, foi bem. Jogando desde o início, fez o seu e participou dos lances de gol. Longe de ser um craque mas, pior que o Fernandinho não deve ser. Até o Maicon fez gol e participou mais. Parece que as coisas realmente estão mudando para os lados do Morumbi.

Esta semana, com os sucessos dos rivais, a diretoria tentou responder com as contratações de Ney Franco (mais uma aposta) e Rafael Toloi (sempre quis no SPFC). Se o intuito era abafar a má fase do São Paulo, não funcionou para quem ama este clube. Para desespero da diretoria tricolor (pelo menos, espero que esse seja o sentimento), nossos três rivais estão conquistando títulos. Até o Palmeiras deve se consagrar na próxima quarta, depois de um jejum de tanto tempo sem conquistas nacionais. Se era essa a chacoalhada que precisava o Juvenal, está aí.

Resta a nós, torcer. Ainda penso que falta muito para esse time engrenar. Começando por nosso sistema defensivo. Precisamos de zagueiros (isso mesmo, no plural) e volantes. E lá na frente, um substituto para o Luís Fabiano, que vira e mexe, é desfalque.

sábado, junho 30, 2012

Sabe aquela história?...

Tenho uma teoria seriíssima quanto a um time que queira disputar (realmente) um campeonato como o Brasileirão, no sistema de pontos corridos (o que não acredito ser o caso do São Paulo). Para alcançar a taça, uma equipe precisa dos "pontos improváveis" ou "pontos surpresa", como queiram. Novamente explico: são aqueles jogos que o torcedor não espera um resultado positivo. Exemplo: Inter, fora; Grêmio, fora; Flamengo, fora; Vasco, em casa ou fora; e os clássicos.

Nestes casos, uma derrota não surpreende. Hoje, o São Paulo conseguiu um resultado positivo, não tão inesperado, pelo retrospecto muito favorável contra a raposa de Minas. Mesmo com a vitória, os dois gols cruzeirenses não são dignos de serem sofridos nem por time de várzea. E este setor é exatamente o que descredencia o São Paulo nesta disputa. A zaga horrorosa, a la Jean-Emerson-JulioSantos, a pior que já vi, descaracteriza os elencos campeões pelo tricolor, quando tivemos Valber, Ronaldão, Lugano, Miranda, Alex Silva, Breno, entre outras formações.

Quanto ao "falso-ídolo" Luís Fabiano, sou muito criticado por todos ao comentar este assunto. Apenas um bom atacante, nada mais. Além de não ser o cara que decide - e nunca foi - agora decidiu se poupar a cada três jogos com as punições por cartões. Quando o São Paulo enfrenta os rivais mesmo? Três jogos antes, comece a colecionar cartões, matador! Elabore bem sua tabela pra não dar errado e você ter que jogar contra os rivais e não decidir a favor do Tricolor como sempre.